Mostrar mensagens com a etiqueta Revelação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Revelação. Mostrar todas as mensagens

domingo, 23 de março de 2008

O Cordeiro de Deus

Estava ao seu alcance salvar-nos, com uma só palavra, Ele a quem toda a Criação se submete.

Mas não era pelo seu poder que nos queria salvar, não por algo que nos transcendesse, que estivesse fora do nosso alcance, mas sim pela nossa condição. E por isso se fez homem.

Para que a nossa compreensão fosse plena.

Se submeteu aos equívocos dos homens: “Não escrevas 'O Rei dos Judeus', mas sim o que ele disse: 'Eu sou o Rei dos judeus'”. (Jo 18, 21)

E na Cruz exalou o seu último suspiro, levando consigo todas as nossas dúvidas. Ressuscitou ao terceiro dia.

Ele que disse a Pilatos: “Tu não terias autoridade alguma sobre mim, se ela não te fosse dada do alto.” (Jo 18, 11) Foi Verbo encarnado e mostrou que à mais humilde das suas criaturas é possível a sua Paixão. (Este não é um Deus para elites, acessível apenas aos que atingem determinado nível ou estágio de iluminação)
Este é o Deus do despojamento e do amor, que nos enviou o seu Filho para testemunharmos a nossa salvação. Sigamo-Lo.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

O papel de Tomé

Qual o papel de São Tomé, o Apóstolo, na economia da Salvação?

"Mais nos serviu para a nossa fé, diz S. Gregório Magno, a incredulidade de Tomé do que a fé dos discípulos fiéis"

Pois deste modo foi possível concluir: Felizes os que acreditamos sem ter visto, só em virtude da palavra dos que viram!

sábado, 1 de setembro de 2007

Revelação e Fé

“O homem todo, é decisão, risco, atitude, opção pessoal, global e existencial.” Diz-nos o Padre António Vaz Pinto, no seu livro “Revelação e Fé”.

Toda esta liberdade, esta capacidade de se interrogar sobre si próprio e sobre o sentido da vida, leva o homem a uma abertura ao transcendente. O homem é capaz de Deus e seguramente está ao seu alcance inventar o conceito de Deus.

Mas sobre o homem assim criado, existe um Pastor que chama as suas ovelhas, que não está à espera de ser encontrado ou inventado, assim sem se impor. Um Deus que se dá a revelar, que toma essa iniciativa.


A essa Revelação, o homem na sua liberdade, pleno na sua decisão e senhor do seu risco, toma a sua opção pessoal. Chamamos Fé a essa resposta existencial do homem à Revelação.


Na sua essência o homem não é limitado por esta Revelação, pois ela não é evidente e mesmo depois da Revelação em Jesus Cristo, Deus permanece Mistério.